quinta-feira, 7 de maio de 2009

Areia

Teimavas em escrever na areia o que eu não queria ouvir, não gosto de fazer planos, devias sabê-lo, o que tiver de ser será, sabes que aprendi a aproveitar cada dia, a vida fez questão de mo ensinar cedo, demasiado cedo talvez, mas ensinou. Eu sempre te disse para não o escreveres, era desnecessário, a maré ia subir. Passado quanto tempo não sabia, nem tu, era enquanto durasse dizias... A maré subiu, rápido de mais talvez, e tudo aquilo desapareceu com ela, claro! Explica-me agora para que é que desperdiçaste o teu tempo (naquilo).




Aubergine. (foto: Praia da Oura Agosto 2008)

2 comentários:

Melga disse...

Maldita maré...se não fosse na areia e fosse no céu hoje dirias que tudo o vento levou...e escrevas o que escreveres onde escreveres, só fica o que se escreve dentro de nós...e até isso é efémero...mas é sempre nosso enquanto vivemos...

Bjo***

U disse...

Eu choro a ler estas tretas.
Se não fosse gaja, continha-me. xD