Hoje vou esquecer todas as normas, vou agarrar numa mochila e vou ter contigo, digo-te tudo o que tenho a dizer e volto a esquecer, desta vez esqueço os "macaquinhos que tenho no sótão", ignoro tudo e todos, corro até à praia, tu vens comigo eu sei que vens. Vou tornar a minha utopia real e tu ajudas-me, já o percebeste, já o sabes, melhor que eu talvez! Hoje vou correr contra o tempo e esquecer que ele existe, vou ser eu, livre de preconceitos e de complexos, livre de tudo, só não quero que os sentimentos e a música fujam de mim, e de ti, não seria a minha utopia se assim acontecesse. Hoje vou estar sentada com o mar a tocar-me os pés no preciso instante que o sol tocar a linha do horizonte. Hoje vou ser eu, tu vais continuar a ser tu, e vou ficar à espera que alguma coisa se encarregue de me (nos) unir. Sou paciente.
Aubergine.
10 comentários:
E eu? |: Como fico no meio disto tudo? Aaaaah!
(Sem querer desvalorizar os restantes) Acho que este é dos melhores textos que já li aqui. Gostei mesmo, pá!
Muito bonito ^^
As vezes é bom 'explodir', faz bem ! =)
O problema de correr para a praia é não se saber quando é que uma onda nos apanha desprevenidos :o)
Uau!
identifiquei-me muito com o que escreveste!
o mar, oh esse grande senhor! :)
A paciência é uma virtude. Gostei do texto.
Beijinho Rita *
eu adoro o que escreves Rita!
a mim, toca-me.
Há dias em que nos apetece mudar o mundo; o nosso mundo.
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