A lua é a mesma, os espaços a quilómetros de distância, o coração esse divide-se e de tão pequenino que é consegue fazer mover tudo o que está à sua volta. Os olhos percorrem as fotografias escolhidas num desses dias em que desejava voltar atrás, as mãos começam a tremer e rapidamente sinto a necessidade de ir até à janela para sentir a maresia. É estranho como antes de me debruçar ainda levo a esperança de ouvir a batida blues do club que havia no rés-do-chão, ou os segredos que os vizinhos contavam uns aos outros no vão da escada. O saudosismo invade-me e desejo que a lua hoje chegue ainda mais bonita.
sábado, 6 de agosto de 2011
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1 comentário:
la luna de madrid tiene envidia de la de Trieste. Es la misma pero la miro con ojos diferentes.
:)
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